Clique na imagem para ler o artigo na íntegra.
1 de maio de 2013
30 de abril de 2013
Literatura de alta velocidade
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| Ilustração: Alessandra Kalko Publicada originalmente em http://ow.ly/cgywE |
Literatura de alta velocidade?
Pois é, Drummond já antecipava: "Escrever é cortar palavras".
João Cabral, na mesma linha:"Enxugar até a morte".
Hemingway: "Corte todo o resto e fique no essencial".
Seguindo à risca a lição dos mestres, chegamos aos microcontos: "miniaturas literárias" que cabem em panfletos, filipetas, camisetas, adesivos, postes, muros, tatuagens, cartão postal, hologramas, desenhos animados , arquitetura, instalação, música ... e que podem ser lidas no ônibus, no metrô e ... nas telas digitais.
(Cá entre nós, um prato cheio para propostas atrativas de ensino de literatura e integração de novas tecnologias.)
O mais conhecido microconto do mundo é
"Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá.",
de Augusto Monterroso, com 37 letrinhas. No Brasil, Dalton Trevisan, autor de "Arara bêbada", "Capitu sou eu" e "Pico na veia" é o representante maior dessa literatura.
Para saber mais:
Midiologia subliminar:a literatura de alta velocidade brasileira no século XXI
Reator
NOTA
Reator
NOTA
Post publicado originalmente em 27/04/05
Revisado e republicado porque a temática continua muito atual, principalmente por causa das novas ferramentas de microblogs. Vale a pena retomar a conversa!25 de abril de 2013
9 de abril de 2013
Top 25 frases #eiebrasil
Em tempos de Top isso, Top aquilo, fiz meu Top 25 frases #eiebrasil
Obviamente, não há uma classificação, um ranking. Coloquei as frases aleatoriamente ;-) Só + 1 forma de registrar ... cada uma merece um post ;-))) Ah... e se vocês acharem que esqueci frases significativas, comentem que eu agrego aqui!!!
- “É inconcebível que a educação do século XXI não reconheça a importância das mídias sociais.” David Albury
- “Não somos nativos digitais, mas não somos bobos digitais." Fernando Almeida
- “Todos nós somos aprendizes, arquitetos ativos deste caminho que é a aprendizagem." David Albury
- "A escola deve ser um centro de liderança na comunidade onde ela está inserida." Braz Rodrigues
- "Para ir além é preciso estar inconformado com o presente." David Albury
- "Se você não tem o brilho no olhar. Se você não acreditar em você e neles, não acontece. O que promove inovação é o brilho no olhar a vontade de fazer." Rubem Alves citado por Braz Nogueira
- "Nós estamos todos aprendendo juntos sobre como transformar a educação." David Albury
- "Nesta construção da educação do século XXI, temos que ir além do discurso,formando redes dentro das salas." David Albury
- @Rebiza: Paulo Freire deveria estar aqui! @soniabertocchi: ELE ESTARIA TUITANDO
- "Para liderar a mudança você tem que transitar entre o que é e o que deve ser." Braz Nogueira
- "Se queremos mudar, temos que saber como chegamos às atuais condições." @frtarrago
- “Precisamos ter coragem e resiliência. Precisamos ser a mudança." David Albury
- "O papel do aluno é ser o eterno curioso."
- ¡De lo más hablado en Twitter! Los expertos coinciden en la importancia de las redes."
- "A festa é feita por todo mundo junto. A rede é uma rede de pessoas."
- "O papel do professor como mediador, como articulador de conhecimento, como quem abre portas. Assim, nunca será dispensável."
- “Hay una tremenda escasez de visiones atrevidas, coherentes, inspiradoras y realistas”. F Ruiz Tarragó
- "O professor faz parte do desenvolvimentos dos sonhos de seus alunos." Braz Nogueira
- "Um bom plano de educação leva ao menos cinco anos para ser executado." Martina Roth
- "Segundo Paulo Freire, um cidadão alfabetizado é um cidadão livre." Mônica Gardelli
- "Não há uma escola que faz tudo, nem há um único modelo de escola."
- "Para mudar a cultura é preciso focar na prática do professor, especialmente porque os alunos estão mais conectados que seus educadores." Cláudia Costin
- “A aula é essencial. Sou eu que a tenho de preparar, como autor. E só o autor de uma aula pode ter autoridade para buscar conteúdos em ambientes online educativos.” Fernando Almeida
- “Se todo o mundo apresentar a mesma demanda, é papel do MEC priorizá-la.” Mônica Gardelli
- "Ser tuiteiro é ser colaborador. Twitter é uma ferramenta para o diálogo." @SôniaBertocchi
Saiba+ sobre o #eiebrasil aqui
7 de abril de 2013
Novos modos de ensinar e aprender:
1º e-book da coleção Educação no século XXI
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Na última terça, 02 de abril, durante o #eiebrasil, foi lançado o volume 1 da coleção de ebooks Educação no século XXI, Novos modos de ensinar e aprender.
Organização
O ebook “Novos modos de ensinar e aprender” traz artigos e textos de referência produzidos nos últimos dez anos no âmbito do projeto EducaRede, o primeiro portal educacional brasileiro gratuito.
A obra está dividida em três partes: a primeira focada no aluno; a segunda no papel do professor; e a terceira na escola.
Novas gerações
A primeira parte aborda a relação dos jovens com as telas digitais: televisão, internet, celular e videogame. As novas gerações, que também são chamadas de “nativos digitais”, absorvem tudo muito facilmente e entendem o universo da informática quase que de modo natural.
O novo professor
Já a segunda trata do papel do professor frente à educação 2.0. É uma fonte de consulta sobre as possibilidades que a era digital traz para o contexto educacional.
Novos modos de aprender e ensinar
Por fim, na terceira parte, reunimos artigos que exploram conceitos e metodologias para fomentar o processo de ensino e de aprendizagem e, ainda, as possibilidades de aprender colaborativamente.
Equipe que trabalhou na elaboração do ebook:
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Acesso e download
O primeiro e-book desta coleção, “Novos Modos deAprender e Ensinar”, já está disponível para download e acesso.
6 de abril de 2013
educação + sonhos ...ou vice-versa: quais são os seus?

Imagem produzida pelo pessoal da ALAVANCA Projetos e Comunicação durante o #eiebrasil http://encuentro.educared.org/
30 de março de 2013
Como acontece uma grande reforma educacional?
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| Edgar Morin |
Em entrevista à Revista Nova Escola, perguntado sobre como acontece uma grande reforma educacional, Edgar
Morin* disse:
"Nenhuma mudança é feita de uma só vez. Não adianta um ministro querer revolucionar a escola se os espíritos não estiverem preparados. A reforma vai começar por uma minoria que sente necessidade de mudar. É preciso começar por experiências pilotos, em uma sala de aula, uma escola ou uma universidade em que novas técnicas e metodologias sejam utilizadas e onde os saberes necessários para uma educação do futuro componham o currículo. Teríamos, desde o começo da escolarização, temas como a compreensão humana; a época planetária, em que se buscaria entender o nosso tempo, nossos dilemas e nossos desafios; o estudo da condição humana em seus aspectos biológicos, físicos, culturais, sociais e psíquicos. Dessa forma começaríamos a progredir e finalmente a mudar."
"Nenhuma mudança é feita de uma só vez. Não adianta um ministro querer revolucionar a escola se os espíritos não estiverem preparados. A reforma vai começar por uma minoria que sente necessidade de mudar. É preciso começar por experiências pilotos, em uma sala de aula, uma escola ou uma universidade em que novas técnicas e metodologias sejam utilizadas e onde os saberes necessários para uma educação do futuro componham o currículo. Teríamos, desde o começo da escolarização, temas como a compreensão humana; a época planetária, em que se buscaria entender o nosso tempo, nossos dilemas e nossos desafios; o estudo da condição humana em seus aspectos biológicos, físicos, culturais, sociais e psíquicos. Dessa forma começaríamos a progredir e finalmente a mudar."
Nesse trecho da entrevista, chamou minha atenção, em um primeiro momento e entre outras, uma afirmação:
"Não adianta um ministro querer revolucionar a escola se os espíritos não estiverem preparados."
E as questões que imediata e implacavelmente se colocam são: como preparar os espíritos? E os espíritos de quem?
Sem a intenção de simplificar demais, imagino que um amplo, contínuo e aprofundado diálogo seria uma boa maneira de se começar. Fundamental também a criação de um espaço aberto e apropriado ao diálogo para que vários atores da sociedade - não apenas da área educativa - pudessem se envolver e buscar construir colaborativamente respostas ao menos a uma pergunta: como deve (ria) ser a educação do século XXI?
E aqui cabe uma observação: a tarefa de promover o debate de temas ligados a mudanças na qualidade da educação não é pertinente apenas ao estado. A sociedade civil também deve se mobilizar e fazer-se ouvir. Deve exercer sua autonomia para procurar, encontrar e propor soluções.
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| Infografia do Encontro |
Além do diálogo online, que democratiza e amplia a possibilidade de participação, a cada dois meses, o Encontro tem chegado - desde abril de 2012 - presencialmente a uma cidade distinta. Nesses eventos presenciais - que duram dois dias e contam também com transmissão online - são elaboradas as conclusões da temática proposta no período.
Durante dois anos, o Encontro visitará até nove cidades iberoamericanas para eventos presenciais que têm a colaboração de grandes especialistas, não só do mundo educativo, mas de diversas áreas do conhecimento. Ao todo, até novembro de 2013, serão abordados nove temas, que conversam entre si, e que alimentarão o diálogo sobre o presente e o futuro da educação. Uma tentativa de se "preparar os espíritos".
- Relações entre educação, sociedade e trabalho
- Tecnologia e qualidade educativa
- A educação integral na era digital
- O que e como ensinar e aprender na sociedade digital
- O papel do professor
- Como liderar a mudança nos centros educativos
- A família: sócio estratégico para a educação
- A educação permanente: a educação formal, informal e não formal
- Visão e tendências educativas do futuro
Para conhecer melhor a dinâmica proposta, confira o infografia do Encontro.
Nos dias 2 e 3 de abril, a cidade do Rio de Janeiro recebe o evento presencial que marca o encerramento do tema 6 - Como liderar a mudança nos centros educativos.
Saiba + sobre o evento presencial no Rio
Saiba + sobre o evento presencial no Rio
Veja também:
Escolas públicas apostam na tecnologia dentro das salas de aula
Vídeo de apresentação do Projeto GENTE
Em tempo: Nos próximos posts, quero retomar algumas outras afirmações que aparecem nesse trecho da entrevista com Edgar Morin.
*Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum (Paris, 8 de Julho 1921), é um antropólogo, sociólogo e filósofo francêsjudeu de origem sefardita. Pesquisador emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. Autor de mais de trinta livros, entre eles: O método (6 volumes), Introdução ao pensamento complexo, Ciência com consciência e Os sete saberes necessários para a educação do futuro.Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa.É considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.Via Wikipédia
Vídeo de apresentação do Projeto GENTE
Em tempo: Nos próximos posts, quero retomar algumas outras afirmações que aparecem nesse trecho da entrevista com Edgar Morin.
*Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum (Paris, 8 de Julho 1921), é um antropólogo, sociólogo e filósofo francêsjudeu de origem sefardita. Pesquisador emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. Autor de mais de trinta livros, entre eles: O método (6 volumes), Introdução ao pensamento complexo, Ciência com consciência e Os sete saberes necessários para a educação do futuro.Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa.É considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.Via Wikipédia
GENTE no #EIEBRASIL
"A reforma (educacional) vai começar por uma minoria que sente necessidade de mudar.
É preciso começar por experiências pilotos, em uma sala de aula, uma escola ou uma universidade
em que novas técnicas e metodologias sejam utilizadas
e onde os saberes necessários para uma educação do futuro componham o currículo."
Edgar Morin
Rafael Parente conta sobre o processo de criação do Gente no Encontro Internacional de Educação
03.04.2013 - 10h50
Veja o vídeo de apresentação do projeto.
Veja também:
Vídeo de apresentação do Projeto GENTE
Como acontece uma grande reforma educacional?
27 de março de 2013
Bazar de los locos: o projeto
Bazar de los locos: um prazer ter colaborado neste projeto. Honra em ter sido "una loca".
No livro, há textos que escrevi em parceria com Claudemir Viana.
Saiba +
No livro, há textos que escrevi em parceria com Claudemir Viana.
Saiba +
Por que celular na educação?
Sônia Bertocchi e Claudemir Edson Viana
Com a massificação do celular, seria de se esperar que o m-learning (mobile learning) se tornasse um elemento importante na aprendizagem formal dos nossos alunos, uma vez que uma aprendizagem já acontece de maneira não formal, não sistematizada, nem orientada pelos professores. A perspectiva seria que essa aprendizagem, por conta das características do celular, pudesse acontecer, cada vez mais, em ambientes interativos de forte colaboração em rede, e não necessariamente dentro da sala de aula.
Algumas possíveis aplicações de celular no processo de ensino-aprendizagem é o que o pesquisador do Laboratório de Inteligência Coletiva da PUC, dr. Rogério da Costa, citou recentemente no encontro Interdidática: "O aluno pode trocar mensagens (SMS), consultar o dicionário, criar e consultar glossários, resolver questionários, ouvir as aulas em vídeo e áudio (podcasts) e fazer fotografias".
Ele acredita que essa forma de inteligência coletiva oferece resultados mais concretos e proveitosos do que os mecanismos de busca convencionais, por exemplo. No entanto, é bom entender que estes possíveis usos só terão sentido educativo se houver uma intencionalidade pedagógica, isto é, se estas ações forem realizadas pelos jovens em razão de um projeto pedagógico proposto pelos seus educadores e de forma articulada a ele.Ele acredita que essa forma de inteligência coletiva oferece resultados mais concretos e proveitosos do que os mecanismos de busca convencionais, por exemplo. No entanto, é bom entender que estes possíveis usos só terão sentido educativo se houver uma intencionalidade pedagógica, isto é, se estas ações forem realizadas pelos jovens em razão de um projeto pedagógico proposto pelos seus educadores e de forma articulada a ele.
O acelerado desenvolvimento tecnológico que se tem verificado recentemente nas potencialidades dos celulares (WiFi, 3G e 3GS), aliado às suas potencialidades originais já reconhecidas como recursos técnicos para a aprendizagem - portabilidade, interatividade, sensibilidade ao contexto, conectividade e individualidade -, sinaliza condições mais que favoráveis para que educadores se dediquem urgentemente ao estudo e desenvolvimento de propostas pedagógicas que incluam aplicações desses equipamentos na escola.
É, portanto, necessário aos educadores uma abertura inicial para estas questões e suas possibilidades, a fim de que possam vislumbrar paulatinamente o que em sua prática pedagógica seria possível aplicar com os recursos da telefonia móvel e o que em sua prática deveria mudar para conseguirem incorporar e explorar da melhor maneira estes recursos. Este processo do educador é necessário e leva certo tempo, inclusive de experimentações, já que na formação do educador, nem de longe, tratou-se de forma adequada e atualizada o uso de recursos das tecnologias de informação e comunicação em suas práticas pedagógicas.
Então, é preciso considerar este tempo do educador, e também oportunizar formações continuadas que apresentem estas novas situações de ensino-aprendizagem, as novas formas de ser e fazer dos jovens para que os profissionais da educação comecem a atuar de maneira articulada com o contexto social em que seus alunos vivem.
Esta modalidade de ensino, o m-learning, implica em modalidades de educação que utilizam os dispositivos móveis, como o celular, aplicados na educação. Cresce o número de exemplos deste uso pelo mundo. Recentemente, nos Estados Unidos, alunos de diferentes escolas da cidade de Austin, Chicago e Boston têm aulas de biologia, matemática, química, ciências e estatística com seus celulares. São atividades intituladas de "simulações participativas", em que estudantes recebem um conteúdo do professor via celular e passam a interagir com ele, enviando em seguida suas intervenções aos colegas. Saiba mais sobre este tipo de "simulação participativa" (In: veja.abril.com.br).
Com a massificação do celular, seria de se esperar que o m-learning (mobile learning) se tornasse um elemento importante na aprendizagem formal dos nossos alunos, uma vez que uma aprendizagem já acontece de maneira não formal, não sistematizada, nem orientada pelos professores. A perspectiva seria que essa aprendizagem, por conta das características do celular, pudesse acontecer, cada vez mais, em ambientes interativos de forte colaboração em rede, e não necessariamente dentro da sala de aula. Algumas possíveis aplicações de celular no processo de ensino-aprendizagem é o que o pesquisador do Laboratório de Inteligência Coletiva da PUC, dr. Rogério da Costa, citou recentemente no encontro Interdidática: "O aluno pode trocar mensagens (SMS), consultar o dicionário, criar e consultar glossários, resolver questionários, ouvir as aulas em vídeo e áudio (podcasts) e fazer fotografias".
Ele acredita que essa forma de inteligência coletiva oferece resultados mais concretos e proveitosos do que os mecanismos de busca convencionais, por exemplo. No entanto, é bom entender que estes possíveis usos só terão sentido educativo se houver uma intencionalidade pedagógica, isto é, se estas ações forem realizadas pelos jovens em razão de um projeto pedagógico proposto pelos seus educadores e de forma articulada a ele.Ele acredita que essa forma de inteligência coletiva oferece resultados mais concretos e proveitosos do que os mecanismos de busca convencionais, por exemplo. No entanto, é bom entender que estes possíveis usos só terão sentido educativo se houver uma intencionalidade pedagógica, isto é, se estas ações forem realizadas pelos jovens em razão de um projeto pedagógico proposto pelos seus educadores e de forma articulada a ele.
"Lo más interesante de cualquier transformación tecnológica no es lo que los ingenieros dicen que va a pasar, sino lo que la gente hace con ella. Somos nosotros los que estamos cambiando, no las tecnologías las que nos hacen cambiar."
Manuel Castells em entrevista à BBC Mundo.
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O acelerado desenvolvimento tecnológico que se tem verificado recentemente nas potencialidades dos celulares (WiFi, 3G e 3GS), aliado às suas potencialidades originais já reconhecidas como recursos técnicos para a aprendizagem - portabilidade, interatividade, sensibilidade ao contexto, conectividade e individualidade -, sinaliza condições mais que favoráveis para que educadores se dediquem urgentemente ao estudo e desenvolvimento de propostas pedagógicas que incluam aplicações desses equipamentos na escola.
Essas propostas poderiam incluir desde atividades simples de caráter comportamentalista até atividades de natureza construtivista, passando pela aprendizagem em situação e pelo ensino colaborativo apoiado em computador, baseado na psicologia sociocultural de Vygotsky.
Afinal, a tecnologia sempre está a serviço da humanidade, e num contexto educativo não poderia ser de outra forma, se não, novamente, estaríamos incorporando o uso dos recursos de tecnologias novas na educação, como o celular, apenas para parecer moderninho, ou seja, apenas pela tecnologia em si (como fim e não meio), até mesmo com metodologias de ensino absolutamente tradicionais e incoerentes com as características naturais decorrentes desses recursos tecnologócios, o que seria um anacronismo total. É, portanto, necessário aos educadores uma abertura inicial para estas questões e suas possibilidades, a fim de que possam vislumbrar paulatinamente o que em sua prática pedagógica seria possível aplicar com os recursos da telefonia móvel e o que em sua prática deveria mudar para conseguirem incorporar e explorar da melhor maneira estes recursos. Este processo do educador é necessário e leva certo tempo, inclusive de experimentações, já que na formação do educador, nem de longe, tratou-se de forma adequada e atualizada o uso de recursos das tecnologias de informação e comunicação em suas práticas pedagógicas.
Então, é preciso considerar este tempo do educador, e também oportunizar formações continuadas que apresentem estas novas situações de ensino-aprendizagem, as novas formas de ser e fazer dos jovens para que os profissionais da educação comecem a atuar de maneira articulada com o contexto social em que seus alunos vivem.
Esta modalidade de ensino, o m-learning, implica em modalidades de educação que utilizam os dispositivos móveis, como o celular, aplicados na educação. Cresce o número de exemplos deste uso pelo mundo. Recentemente, nos Estados Unidos, alunos de diferentes escolas da cidade de Austin, Chicago e Boston têm aulas de biologia, matemática, química, ciências e estatística com seus celulares. São atividades intituladas de "simulações participativas", em que estudantes recebem um conteúdo do professor via celular e passam a interagir com ele, enviando em seguida suas intervenções aos colegas. Saiba mais sobre este tipo de "simulação participativa" (In: veja.abril.com.br).
Pelo celular ... lá na escola: Mobilidade e convergências nos projetos pedagógicos
Sônia Bertocchi e Claudemir Edson Viana

Mas, 133 anos depois, falar por meio do celular é apenas uma das ações que esta tecnologia nos permite fazer. Aliás, é a mais simples e corriqueira atividade: falar pelo celular é o que faz aproximadamente 86% da população brasileira possuidora de celular. Com um custo cada vez menor e tecnologias mais avançadas, encontramos celulares que permitem muito mais que simplesmente falar. Em agosto de 2009, segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), atingiu-se o impressionante número de 164,5 milhões de celulares no país, o que representa um índice de densidade de 85,91 celulares para cada 100 habitantes.
Nova sociabilidade: a portabilidade
O histórico da evolução material da telefonia, aponta uma nova sociabilidade que emergiu sob o suporte do aspecto portátil do celular. A partir da história do telefone, podemos vislumbrar, sob a perspectiva da materialidade da comunicação, as afetações que um artefato técnico pode trazer à tona em uma determinada cultura, como a da presença significativa do celular na contemporaneidade.
Hoje, pelo celular se pode também escrever, fotografar, filmar, editar, jogar, navegar na Internet, enviar e-mail, torpedos, ouvir música ou rádio. São tantas as possibilidades impensáveis há alguns anos, que podemos imaginar o que diria D. Pedro II se pudesse conferir esta evolução. Este avanço tecnológico da telefonia é mais um exemplo claro do que pensadores da Escola de Toronto (Harold Innis, Eric Havelock, Marshall McLuhan) destacavam sobre o fato das tecnologias comunicacionais possuírem o poder de transformar as culturas e as subjetividades, e de estas, por sua vez, provocarem novos ciclos de mudanças tecnológicas, numa dialética sem fim.
Conforme a 4ª Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação no Brasil (TIC Domicílios 2008), realizada pela Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), cada vez mais no Brasil utiliza-se o celular para enviar ou receber imagens, acessar músicas ou vídeos. Esta pesquisa anual pela primeira vez incluiu a análise da área rural e mostrou que, mesmo com a maioria da população utilizando os planos pré-pagos (91%), de 2005 a 2008 subiu de 4% para 24% a utilização do celular com o envio ou recebimento de imagens, e de 9% para 23% com o uso de músicas e vídeos, tendo ocorrido um crescimento mais significativo nos dois últimos anos em razão das conexões 3G e da presença no mercado de celulares mais potentes. Isto demonstra como o uso mais multimídia do celular vem ocorrendo entre os brasileiros graças à sua evolução técnica.
Em outra pesquisa também se constata a forte presença dos celulares entre estudantes brasileiros: dados da publicação A Geração Interativa na Ibero–América: crianças e adolescentes diante das telas - um estudo feito em parceria entre a Universidade de Navarra, na Espanha, a Fundação Telefônica e o EducaRede - apontam para o sucesso do aparelho celular entre os jovens de 6 a 18 anos de idade. Em São Paulo, nada menos que 82% dos estudantes que participaram da pesquisa afirmaram possuir um telefone móvel.
Em alguns contextos sociais, usam-se os aparelhos móveis para outras finalidades que, de normalmente secundárias passam a principais, como câmera, tocador digital ou videogame portátil. Exemplos internacionais deste tipo de uso alternativo são o que demonstram os dados de uma pesquisa feita pelaLightspeed.
No Brasil, um exemplo dessa situação é o que ocorre na cidade potiguar de Barcelona. E são os jovens e as crianças que dão show quando o negócio é usar todos os recursos do celular ou quando mostram não terem medo de explorar o celular para aprender como utilizá-lo. E aí está a diferença. Muitos dos adultos, e em especial os educadores, não conhecem ou não usam estes recursos todos e muito menos visualizam como eles e a cultura deles decorrente podem ser associados às práticas escolares.
Atenção: desligar e guardar os celulares. Celular na escola? Pode?
Hoje, pelo celular se pode também escrever, fotografar, filmar, editar, jogar, navegar na Internet, enviar e-mail, torpedos, ouvir música ou rádio. São tantas as possibilidades impensáveis há alguns anos, que podemos imaginar o que diria D. Pedro II se pudesse conferir esta evolução. Este avanço tecnológico da telefonia é mais um exemplo claro do que pensadores da Escola de Toronto (Harold Innis, Eric Havelock, Marshall McLuhan) destacavam sobre o fato das tecnologias comunicacionais possuírem o poder de transformar as culturas e as subjetividades, e de estas, por sua vez, provocarem novos ciclos de mudanças tecnológicas, numa dialética sem fim.
Conforme a 4ª Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação no Brasil (TIC Domicílios 2008), realizada pela Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), cada vez mais no Brasil utiliza-se o celular para enviar ou receber imagens, acessar músicas ou vídeos. Esta pesquisa anual pela primeira vez incluiu a análise da área rural e mostrou que, mesmo com a maioria da população utilizando os planos pré-pagos (91%), de 2005 a 2008 subiu de 4% para 24% a utilização do celular com o envio ou recebimento de imagens, e de 9% para 23% com o uso de músicas e vídeos, tendo ocorrido um crescimento mais significativo nos dois últimos anos em razão das conexões 3G e da presença no mercado de celulares mais potentes. Isto demonstra como o uso mais multimídia do celular vem ocorrendo entre os brasileiros graças à sua evolução técnica.
Em outra pesquisa também se constata a forte presença dos celulares entre estudantes brasileiros: dados da publicação A Geração Interativa na Ibero–América: crianças e adolescentes diante das telas - um estudo feito em parceria entre a Universidade de Navarra, na Espanha, a Fundação Telefônica e o EducaRede - apontam para o sucesso do aparelho celular entre os jovens de 6 a 18 anos de idade. Em São Paulo, nada menos que 82% dos estudantes que participaram da pesquisa afirmaram possuir um telefone móvel.
Em alguns contextos sociais, usam-se os aparelhos móveis para outras finalidades que, de normalmente secundárias passam a principais, como câmera, tocador digital ou videogame portátil. Exemplos internacionais deste tipo de uso alternativo são o que demonstram os dados de uma pesquisa feita pelaLightspeed.
No Brasil, um exemplo dessa situação é o que ocorre na cidade potiguar de Barcelona. E são os jovens e as crianças que dão show quando o negócio é usar todos os recursos do celular ou quando mostram não terem medo de explorar o celular para aprender como utilizá-lo. E aí está a diferença. Muitos dos adultos, e em especial os educadores, não conhecem ou não usam estes recursos todos e muito menos visualizam como eles e a cultura deles decorrente podem ser associados às práticas escolares.
Atenção: desligar e guardar os celulares. Celular na escola? Pode?

Mas por que mesmo não pode? O vilão da vez
Para responder a esta pergunta, sataniza-se o equipamento, o celular, e destaca-se o quanto os alunos, crianças e jovens, envolvem-se por tudo o que esta tecnologia de informação e comunicação possibilita, deixando assim de se interessarem pelas aulas dos seus professores. Então, neste caso, a opção melhor é mesmo proibir, censurar, pois se trata de uma concorrência desleal, argumenta a maioria. E por isso, os professores aplaudem tal legislação.
No entanto, com este tipo de censura, perde a educação e perde a sociedade. Sérgio Amadeu, pesquisador de Comunicação Mediada por Computador e da Teoria da Propriedade dos Bens Imateriais, diz que "não tem sentido você proibir que os estudantes tenham acesso a um meio de comunicação que cada vez mais vai adquirir importância na sociedade. Ao contrário, se a gente tem problemas do uso indevido nas escolas, esse é um bom lugar para ensinar como as pessoas devem se portar com o celular". Amadeu ainda ressalta: "Se existem algumas coisas ruins, como por exemplo, a pessoa usar o celular para fazer um joguinho em sala de aula ou para fazer ligações, isso requer uma postura da escola em relação aos alunos. Se é impossível ensinar um comportamento de uso de celular a um estudante, o que será possível?". A professora Andrea Guimarães Phebo complementa: "A lei só vê um lado da questão: o lado da falta de educação e desrespeito da utilização. Se os próprios educadores não tiverem um olhar diferenciado sobre como podem transformar a ferramenta celular de "vilão" em "mocinho", a lei continuará impedindo que este instrumento tecnológico de múltiplas funções possa se transformar em ferramenta didática". (In. Educarede: As 1001 utilidades de um celular)
Essas legislações passam a seguinte mensagem: quando não se sabe o que fazer ou como lidar com algo é melhor proibi-lo pura e simplesmente! E erram feio mais uma vez: na escola já se proibiu o uso de jogos, de filmes, de gibis, dos periódicos, da televisão e mesmo do computador no processo de ensino-aprendizagem. Agora, o vilão da vez é o celular!
Definitivamente, proibir por proibir não é o melhor caminho, até porque os jovens são criativos o suficiente para burlar as proibições. Um exemplo dessa criatividade é o que estudantes ingleses inventaram: "Eles criaram um toque de celular, semelhante a um apito, que a maioria dos adultos não consegue ouvir. Com isso, podem receber avisos de mensagens armazenadas no celular, ou até mesmo chamadas, sem que a professora se dê conta da infração cometida bem à sua frente. O segredo está na freqüência sonora em que o toque é executado: 17 quilohertz, o que resulta num som extremamente agudo. A ciência ensina que a perda gradativa da audição decorrente da idade, ou presbiacusia, começa com a menor percepção dos tons mais altos do espectro sonoro. O toque criado pelos garotos ingleses encontra-se justamente numa faixa do espectro que não é percebida pela maioria das pessoas com mais de 29 anos". (In: A última travessura: Adolescentes usam toque de celular numa frequência que muitos adultos não escutam. Leoleli Camargo- Veja - Edição 1961 . 21 de junho de 2006.
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Essas legislações passam a seguinte mensagem: quando não se sabe o que fazer ou como lidar com algo é melhor proibi-lo pura e simplesmente! E erram feio mais uma vez: na escola já se proibiu o uso de jogos, de filmes, de gibis, dos periódicos, da televisão e mesmo do computador no processo de ensino-aprendizagem. Agora, o vilão da vez é o celular!
Definitivamente, proibir por proibir não é o melhor caminho, até porque os jovens são criativos o suficiente para burlar as proibições. Um exemplo dessa criatividade é o que estudantes ingleses inventaram: "Eles criaram um toque de celular, semelhante a um apito, que a maioria dos adultos não consegue ouvir. Com isso, podem receber avisos de mensagens armazenadas no celular, ou até mesmo chamadas, sem que a professora se dê conta da infração cometida bem à sua frente. O segredo está na freqüência sonora em que o toque é executado: 17 quilohertz, o que resulta num som extremamente agudo. A ciência ensina que a perda gradativa da audição decorrente da idade, ou presbiacusia, começa com a menor percepção dos tons mais altos do espectro sonoro. O toque criado pelos garotos ingleses encontra-se justamente numa faixa do espectro que não é percebida pela maioria das pessoas com mais de 29 anos". (In: A última travessura: Adolescentes usam toque de celular numa frequência que muitos adultos não escutam. Leoleli Camargo- Veja - Edição 1961 . 21 de junho de 2006.
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O celular integrado às atividades do projeto inha Terra
Sônia Bertocchi] e Claudemir Edson Viana

Para tanto, a equipe necessitaria passar por alguns procedimentos preparatórios fundamentais, como a preparação de um roteiro básico, a organização do cenário, da iluminação e do ensaio dos envolvidos na atuação. Essa necessidade demonstra o quanto a atividade não se resume apenas ao uso do equipamento e de seus recursos: o planejamento e a criação prévia da equipe são etapas fundamentais para o melhor proveito das ideias e do equipamento.
Neste desafio, compunham a trajetória não só o uso do aparelho de celular, mas também procedimentos posteriores, como o ato de baixar a gravação num determinado computador, fazer ou não a edição do material gravado, proceder com a publicação do produto final no YouTube e, finalmente, "colar a publicação" no Canal Minha Terra no YouTube (cujo acesso direto se dá pelo link disponibilizado na home desta comunidade) no grupo temático específico identificado com o título deste desafio.
"Lo que realmente es importante de la comunicación móvil no es tanto la movilidad, sino la conectividad permanente, estés donde estés, se haga donde se haga.
Esto nos permite estar constantemente relacionados con los amigos, la familia y el trabajo."
Manuel Castells em entrevista à BBC Mundo.
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Assim, dava-se a efetiva utilização das características próprias do uso do celular, como a mobilidade, e também a convergência e integração de diferentes mídias, linguagens e suportes técnicos, ao se propor em seguida a utilização do YouTube, do blog e do Twitter. E, o mais importante, tudo isso acontecia em razão e a favor do desenvolvimento do projeto de intervenção social da equipe que, por sua vez, trazia uma proposta pedagógica de trabalho.
Foram vários os exemplos de trabalhos cuja criatividade e capacidade de realização demonstraram domínio sobre o uso destes recursos diferenciados do celular de forma articulada aos demais recursos da Web 2.0 propostos pelo Minha Terra. Em alguns casos a riqueza no trabalho de equipes de reportagem com os elementos de construção da mensagem como roteiro, cenário, iluminação, som, edição, causou surpresa, demonstrando o quanto os jovens têm ou desenvolvem facilmente múltiplas habilidades no uso de diferentes plataformas e tecnologias.
Em novembro foi lançado o segundo desafio, desta vez intitulado "Pelo Celular - minuto intervenção", no qual as equipes participantes teriam que registrar algum momento da execução do seu projeto de intervenção para, posteriormente, proceder com sua publicação e sua publicização nos mesmos moldes do que fora proposto o primeiro desafio.
Com esta inserção do celular nas atividades do Minha Terra, a principal intenção foi provocar entre os jovens e, sobretudo, entre os educadores a percepção de como o celular e seus recursos podem ser inseridos de forma articulada às demais ações de um projeto pedagógico, no qual quem ganha é o próprio projeto e as pessoas envolvidas. Assim, espera-se que outras situações de ensino, fora das propostas do Minha Terra, aconteçam como um desdobramento desta comunidade, o que, aliás, constata-se já estar acontecendo, a exemplo do uso do Twitter.
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25 de março de 2013
#e-democracia e #ciberespaço
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Os destinos da e-democracia e do ciberespaço estão intimamente relacionados porque ambos envolvem o que é mais essencial para a humanidade: a aspiração à liberdade e o poder criativo da inteligência coletiva.
Pierre Lévy
Leia o artigo da Zig Zag Magazine na íntegra
#Netnografia: o que é?
| From es.wikibooks.org - March 20 |
Acredita-se que o termo foi empregado pela primeira vez por R.V.Kozinets em 1997.
No livro La Netnografía: Un Método de Investigación en Internet, netnografia é apresentada como um novo método de pesquisa para investigar o que acontece em comunidades virtuais, mais especificamente o que está acontecendo na Internet. O método resulta da aplicação da etnografia para o estudo do cyberspace. Sua pretensão de se tornar uma ciência do que acontece na rede de redes, pretensão de qualquer disciplina emergente, ainda é difusa, e ela se apresenta mais como uma técnica de pesquisa de experiências em espaços virtuais. Suas origens estão nos Estados Unidos, a sua aplicação mais óbvia é agora expressa por Marketing em pesquisa de mercado.
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